27
out
2016

Conheça o Canal 123 Alô: a voz da criança e do adolescente

post_blogSexualidade, educação, violência, relacionamentos e questões relacionadas ao cotidiano: o 123 Alô! é um canal que aborda todos esses temas com as crianças e adolescentes por e-mail ou telefone. A ideia baseia-se em dois princípios gerais da Convenção dos Direitos da Criança, que são o da criança e do jovem serem ouvidos e o de terem a sua expressão levada em consideração. Assim, a proposta do projeto é criar um canal para que meninas e meninos se sintam à vontade para conversar, tirar dúvidas e até mesmo desabafar. Toda a conversa é anônima, mas, caso alguém esteja correndo risco de violência e informe seus dados, o encaminhamento e acompanhamento será providenciado.

A iniciativa é do Instituto Noos, a convite da Child Helpline International, organização que é reconhecida pela inclusão de crianças e adolescentes na sociedade. A ideia já está sendo executada no mundo inteiro há algumas décadas e possui 192 linhas em 145 países. No Brasil, o projeto chegou em 2009 e já recebeu mais de 50.000 ligações telefônicas. O público maior é de meninas adolescentes e os temas mais abordados são informações (desde sexualidade à lazer), relacionamentos e questões do cotidiano.

O serviço conta com uma equipe qualificada de especialistas selecionados por meio de um processo seletivo e submetidos a um curso de capacitação. Todos são profissionais das ciências humanas com experiência na área da criança e do adolescente. Além de realizar o atendimento, eles também são responsáveis pelas rodas de conversa realizadas em escolas, unidades de saúde, assistência social, projetos sociais, com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre os direitos da criança e do adolescente.

Além disso, o 123 Alô! também está à frente do Comitê de Participação infantojuvenil, cuja proposta é criar um espaço para que as crianças e adolescentes opinem sobre o serviço participando e ajudando a construí-lo. Ele é composto por uma média de 15 jovens que participam de projetos sociais parceiros como a Fundação Xuxa Meneghel, o RAP da Saúde, a ONG Sara de Sepetiba, a Casa do Jovem de Mesquita, e também por aqueles que chegaram até o serviço através das atividades de roda de conversas. Além de debater questões relativas ao serviço, o Comitê também coloca em pauta os temas que aparecem com maior frequência nos atendimentos.

O 123 Alô! funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 20h e também é um instrumento para mobilizar e potencializar as redes de defesa e promoção dos direitos da criança e do adolescente, como o levantamento de informações para a implementação de políticas públicas voltadas para a proteção à infância.

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25
out
2016

Instituto CCR e CCR MSVia promovem ação para conscientização sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas

post_blogO Instituto CCR, por meio da CCR MSVia, promoveu uma campanha para alertar e conscientizar as pessoas sobre a exploração sexual das crianças e adolescentes, na semana das crianças, entre os dias 10 e 14 de outubro, na rodovia BR-163/MS. Para garantir maior alcance das campanhas, é fundamental a comunicação e a mobilização em todos os setores relacionados a este problema. As áreas urbanas com estradas de grande passagem de caminhoneiros são locais propensos a essa prática, sendo de extrema importância alertar os usuários da rodovia e encorajá-los a denunciar os casos.

Foram distribuídos cerca de 5.000 folhetos para os motoristas, com informações sobre o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, nas praças de pedágio. Além do alerta e da compreensão do assunto, no impresso há também informações de como denunciar esses casos por meio Disque 100, o Disque Direitos Humanos, considerado o principal mecanismo de proteção dos Direitos Humanos no Brasil. Uma das formas mais importantes de enfrentar é denunciando. Ele é um serviço de utilidade pública que visa atender especialmente as populações consideradas de alta vulnerabilidade, como as crianças.

De acordo com o levantamento de 2013/2014 da Policia Rodoviária Federal, existem 171 pontos vulneráveis de exploração sexual de crianças e adolescentes, em toda BR-163/MS, concentrando 128 pontos vulneráveis no trecho da região centro-oeste que engloba os municípios atendidos pela CCR. Devido ao grande fluxo de veículos nas rodovias do país, é possível impactar muito mais pessoas, principalmente os caminhoneiros, alvo principal da campanha. Seguindo isso, também foram exibidas mensagens da campanha em 18 painéis eletrônicos da rodovia e fixados 70 cartazes nas bases operacionais, além do banner no site da concessionária e na intranet.

Com essa iniciativa do Instituto CCR em parceria com a Childhood Brasil, através do Programa Na Mão Certa, foi possível sensibilizar os motoristas na proteção dos direitos da criança e do adolescente e mostrar como podem ser agentes significativos de atuação para reforçar esta mensagem. É absolutamente importante a defesa da proteção da infância, seja em casa ou nas ruas.

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19
out
2016

Programa Na Mão Certa impacta diretamente 1,8 mil pessoas da Itaipu

Acreditar na energia humana da empresa é uma das motivações para a Itaipu ter firmado essa parceria

blog_1 A Itaipu acredita na energia humana da empresa, por isso, vem ampliando e qualificando suas ações de responsabilidade social e, a partir de 2003, incluiu a temática da proteção à criança e ao adolescente com mais ênfase. Três anos depois, juntou-se a outras instituições pioneiras na iniciativa e firmou parceria com a Childhood Brasil no Programa Na Mão Certa, reconhecendo a vulnerabilidade infanto-juvenil nas rodovias brasileiras para sensibilizar parceiros e prestadores de serviços na região trinacional, em especial o Paraguai, país parceiro do Brasil no empreendimento hidrelétrico binacional Usina de Itaipu.

“Há 10 anos, o programa complementa e orienta as ações de proteção à criança e ao adolescente que a empresa desenvolve a partir de um programa específico em seu planejamento estratégico, incluindo o olhar sobre a região de abrangência das ações socioambientais de Itaipu, em suas rodovias que ligam cerca de 29 municípios do Oeste Paranaense, na área geográfica da Bacia Paraná 3 – BP3 e nossa região trinacional (fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina)”, explica Maria Emília Medeiros de Souza, do Programa Proteção à Criança e ao Adolescente da Itaipu Binacional.

Só neste ano, foram feitas ações de sensibilização de empregados, estagiários, adolescentes do Programa de Iniciação e Incentivo ao Trabalho – PIIT, no Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças (18 de maio), com distribuição de gérberas amarelas, material informativo e divulgação nos canais internos da empresa. Em ações externas, a Itaipu distribuiu pulseiras no Carnaval de Rua, na Rede Proteger, para sensibilizar os foliões quanto à proteção da criança e do adolescente e ao combate à exploração sexual. E, ainda, a empresa apoiou atividades municipais de 18 de maio, de produção e distribuição de materiais educativos para caminhoneiros e motoristas na Festa de São Cristóvão (protetor dos caminhoneiros), da Cáritas Diocesana de Foz do Iguaçu, e doou folhetos de sensibilização da campanha trinacional de combate à violência infanto-juvenil, que atendeu cerca de mil motoristas.

No total, cerca de 1.800 pessoas foram diretamente atingidas, entre eles 1.386 empregados, 234 estagiários e 184 adolescentes do PIIT. Todas as ações desenvolvidas no âmbito da empresa são direcionadas a todos, alcançando, indiretamente, prestadores de serviços e instituições parceiras que atuam nos escritórios da Itaipu, Usina e no Parque Tecnológico Itaipu. “Acreditamos que todas essas pessoas são impactadas direta ou indiretamente durante as ações do programa”, ressalta.

E os resultados já são notáveis! “Paulatinamente, as pessoas impactadas no programa têm se mostrado mais sensíveis e atentas à importância de projetos de proteção à criança e ao adolescente, em nossa comunidade e, também, nas vias urbanas e nas estradas”, conta Maria Emília. Da mesma forma, o corpo gerencial da empresa e os gestores de contratos estão atentos à atualização de alguns documentos específicos para explicitação do combate à exploração sexual de crianças e de adolescentes.

“Promover campanhas trinacionais de combate à violência infanto-juvenil, que divulgam canais de denúncia do Brasil, Paraguai e Argentina foi uma forma que encontramos para combater o abuso e a exploração de crianças e adolescentes na Tríplice Fronteira”, destaca Maria Emília e completa: “Acreditamos que, com a ajuda dos motoristas, a violência nas estradas brasileiras será reduzida”.

O Programa Na Mão Certa tem como principal objetivo promover uma ampla união de esforços para acabar com a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras. O envolvimento do setor empresarial é fundamental para os bons resultados das ações de sensibilização e divulgação das campanhas de proteção de nossos meninos e meninas. Clique aqui e saiba mais sobre o programa.

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12
out
2016

Quatro dicas sobre o uso de internet por crianças e adolescentes

Diálogo aberto é sempre o melhor caminho em tudo que se refere à segurança na internet

_post_blogHoje é o Dia das Crianças! A data foi criada para celebrar o direito das crianças e dos adolescentes, em 1924, pelo então deputado federal Galdino do Valle Filho. E para protegê-los dos perigos que a internet pode causar, preparamos algumas dicas sobre como orientar crianças e adolescentes ao utilizar a internet.

O acesso à internet está crescendo todos os dias. De acordo com pesquisa feita pela TIC Kids, divulgada em 10 de outubro de 2016, dois a cada três internautas entre 9 e 17 anos acessam a rede mais de uma vez por dia. O smartphone é o dispositivo mais usado entre eles, sendo 83% dos jovens internautas e 31% usa só o aparelho para conectar-se.

Acompanhe aqui as dicas:

1. Converse com crianças e adolescentes e peça sua ajuda

Muitos pais e responsáveis legais não tem o hábito de usar a internet ou têm dificuldades com a tecnologia. Outros não têm um canal aberto de comunicação, o que dificulta a conversa sobre qualquer assunto. O diálogo é o melhor caminho para a orientação e prevenção quanto ao uso da internet (e de outras questões, inclusive). Crianças e adolescentes podem ensiná-los mostrar como funcionam as redes sociais. Aproveite esse momento para estreitar vínculos, compartilhar conteúdos de interesse comum e para conhecer os conteúdos que seus filhos costumam acessar.

2. Acompanhe as redes sociais de crianças e adolescentes como amigo

Entrar nas redes ou páginas de alguém com o login e senha, não é legal. Além de ser invasão de privacidade, pode prejudicar sua relação de confiança. Acompanhe a criança ou adolescente no Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat, entre outros, como amigo. Assim, você consegue ver o que eles compartilham publicamente e estar atento caso perceba excesso de exposição. Se notar algo exagerado nas publicações, chame-os para uma conversa. Confira se não estão divulgando dados pessoais como endereço, nome da escola, dados da família ou informações que possam localizá-los fora da rede social, veja, também, se utilizam as ferramentas básicas de segurança digital.

3. Assim como na vida real, orientar que é importante ter cuidado com o que se compartilha

É importante que a criança ou adolescente saiba que pode conversar com seus pais, responsáveis legais ou algum adulto de referência sobre qualquer assunto e, principalmente, que a privacidade seja um dos temas dessas conversas. Muitas vezes, não se trata de dar pouco valor à privacidade, mas do desconhecimento sobre os riscos que a falta de cuidado pode gerar. Explique que, assim como na vida fora da rede, eles têm de ter cuidado com aquilo que desejam ou não mostrar e escolhem com quem compartilhar. Por isso, na internet, o comportamento deve ser o mesmo, para evitar problemas ou arrependimentos.

4. Explique sobre o risco da superexposição e de conversar com pessoas desconhecidas

Em relação ao abuso sexual on-line, as recomendações são muito parecidas com as anteriores: evitar a superexposição nas redes, nunca fornecer dados pessoais, não publicar fotos em roupas íntimas e evitar interações com pessoas que não conhecem fora da rede. Caso esta última ocorra, fique atento a qualquer papo estranho, convites, pedidos de envio de fotos, vídeos ou uso de câmera. Se marcarem algum encontro com alguém que conheceram pela internet, peça para avisar e os acompanhe nesse encontro, que deve ser em local público e com presença de outras pessoas de confiança. E não se esqueça de manter o diálogo aberto, para que crianças e adolescentes se sintam confortáveis em falar quando perceberem que algo que pode ser perigoso ou arriscado.

Lembre-se: o diálogo aberto é sempre o melhor caminho em tudo que se refere à falar sobre segurança na internet com crianças e adolescentes.

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11
out
2016

Braskem é uma das empresas parceiras do Programa Na Mão Certa

Empresa promove ações de enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras

_post_blogComprometida com o desenvolvimento, a Braskem atua em toda a sua cadeia de valor para resolver desafios e desenvolver soluções que melhorem a vida das pessoas. Uma das áreas em que está presente é o setor de transportes logísticos, por isso, a empresa do setor químico e petroquímico entendeu sua responsabilidade em promover e engajar seu público em ações de enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras e firmou parceria com a Childhood Brasil no Programa Na Mão Certa.

Desde 2015, o programa ajuda a empresa a apoiar a eliminação da exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras, questão fundamental às operações de logística no nosso país. “Dar voz à nossa preocupação tem sido o primeiro passo. Queremos garantir que todos saibam que estamos comprometidos com esta causa e que nossos parceiros críticos entendam a relevância de trabalhar conosco neste desafio”, explica Evelise Silva, da área de Contratações Logística na Braskem.

As conversas com as transportadoras que atuam com a empresa têm demonstrado que existe uma grande conscientização dos parceiros. Agora, a Braskem busca garantir o engajamento de todos de modo proativo. “Para mudar esta realidade não basta se envolver, temos também que proteger, denunciando quando vemos situações suspeitas e multiplicando este comprometimento até que nossas crianças tenham a infância feliz que merecem, sem exploração e abuso”, defende Renata Ebert, da área de Desenvolvimento Sustentável.

Ao longo do ano, a Braskem promoveu treinamentos e capacitações de multiplicadores, fez parceria com a empresa gerenciadora de risco no transporte rodoviário, Buonny, para apoiar a causa, além de divulgar o pacto para as transportadoras e os integrantes.

Reconhecido pelo pioneirismo, o Programa Na Mão Certa tem como maior desafio atrair o setor empresarial para a causa, inserindo o tema na cadeia de valor de grandes organizações. Parcerias como a da Braskem auxiliam na construção de uma infância livre de exploração sexual no país. Para conhecer mais sobre o programa, clique aqui.

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7
out
2016

Semana do Depoimento Especial é oficialmente instituída no RS

BLOG_2Iniciativa gaúcha encerra com a marcação de 36 audiências de casos envolvendo crianças e adolescentes

Aconteceu na última semana (3 a 7 de outubro), a Semana do Depoimento Especial, realizada pelo Judiciário do Rio Grande do Sul. Com o objetivo de dar visibilidade ao método do Depoimento Especial, a iniciativa, inédita no Brasil, contou com a marcação de 36 audiências de casos envolvendo crianças e adolescentes. Estas foram efetuadas com a metodologia do Depoimento Especial – que propõe a redução do número de vezes em que a criança deve testemunhar, recomenda um espaço acolhedor e amigável no qual a criança não precise encarar o agressor, a existência de uma equipe multidisciplinar capacitada em entrevista forense com crianças e a gravação do depoimento em áudio e vídeo, com o objetivo de fazer com que ela não repita ou reviva a violência.

“A proposta era que os juízes concentrassem o maior número de audiências de depoimento especial, entre os dias 3 e 7 de outubro, para chamar a atenção para a metodologia. Por ter sido a primeira semana, as 36 audiências foram consideradas um resultado bom”, explica Marleci Hoffmeister, idealizadora da Semana e integrante do Núcleo da Coordenadoria da Infância e Juventude da Corregedoria-Geral de Justiça do Rio Grande do Sul. “O importante é que a criança seja ouvida no Judiciário por meio do método do depoimento especial, sejam casos de violência doméstica, física ou sexual, o importante é ser ouvida pelo método”, completa.

Desenvolvido pela Childhood Brasil a partir de referências internacionais, o método do Depoimento Especial foi adaptado à realidade brasileira para ser aplicado nos sistemas de segurança e de justiça e nos órgãos encarregados da proteção da infância no Brasil, evitando a revitimização ou a revivência do trauma.

Marleci Hoffmeister anunciou que, a partir de agora, a Semana do Depoimento Especial está oficialmente instituída no Judiciário gaúcho e ocorrerá sempre duas vezes por ano – em maio e outubro. “Se não houvesse a semana, talvez nenhuma audiência tivesse sido agendada. O resultado da primeira edição foi positivo, mas vamos trabalhar com mais afinco nas próximas semanas”, comenta.

Atualmente, 24 comarcas do Rio Grande do Sul estão equipadas para a realização do Depoimento Especial e, até o final do ano, este número crescerá para 42 comarcas.

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