9
nov
2016

Dia Nacional do Hoteleiro: por que eles são tão importantes para a proteção da infância?

post_blogNo dia 9 de novembro, comemoramos o Dia do Hoteleiro, profissionais que trabalham pelo mundo todo. Mas sua importância vai além do ato de hospedar em si, como, por exemplo, agir pela proteção e cuidado de crianças e adolescentes. O gerente de Advocacy da Childhood Brasil, Itamar Batista, defende o mérito dos hoteleiros para a causa: “Todas as pessoas que atuam em hotéis, pousadas e similares são importantes na divulgação da imagem de uma cidade e são imprescindíveis na proteção dos nossos jovens”, ressalta.

O turismo é uma das atividades que mais cresce no mundo. No entanto, a atividade sempre foi considerada vilã na problemática da exploração sexual contra crianças e adolescentes, uma vez que locais com grande fluxo de pessoas são favoráveis à ocorrência desse tipo de violência, que muitas vezes acontece com a conivência ou omissão das empresas do ramo. Diante disso, a Childhood Brasil tem como um dos propósitos promover uma viagem sustentável com atitudes de proteção a crianças e adolescentes. Ações promovidas voltadas a colaboradores, hóspedes, parceiros e investidores de forma que invistam nesse enfrentamento.

Por meio de discussões entre profissionais e estudantes do setor turístico, do sistema de garantia de direitos e gestores públicos, a Childhood Brasil elaborou e implantou o Código de Conduta Ética de Proteção de Crianças e Adolescentes no Turismo em Pernambuco, um dos lugares com grandes índices de exploração sexual na época da implementação do projeto. É uma ferramenta de instrução, educação e sensibilização junto aos colaboradores da cadeia produtiva do setor turístico para que sejam agentes de proteção ao respeito e à dignidade de crianças e adolescentes. “Desde a criação do código, contamos com ampla mobilização e adesão dos profissionais do setor, em especial dos hoteleiros”, completa Itamar.

E o que os hotéis devem fazer para ajudar na causa?

• Estabelecer uma política ética comercial, não permitindo que ocorra a exploração sexual de crianças e adolescentes

• Treinar os departamentos e colaboradores sobre como enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes

• Inserir uma cláusula nos contratos com fornecedores garantindo a reputação comercial dos parceiros em relação à exploração sexual de crianças e adolescentes

• Fornecer informações aos hóspedes por meio de folders, websites e outros canais de comunicação dos hotéis sobre a postura da companhia quanto ao tema

• Fornecer informações sobre o assunto a pessoas em cada destino de viagem

• Produzir relatório anual sobre as ações e resultados em prol da causa

• Não permitir hospedagem de crianças e adolescentes sem autorização dos pais ou de responsáveis

• Caso haja evidências ou suspeitas de abuso ou exploração sexual contra crianças e adolescentes, procurar e notificar os órgãos competentes.

O setor de hotéis está crescendo cada vez mais em nosso país e esses profissionais contribuem diariamente fortalecendo e impulsionando ainda mais o mercado. Então, temos de conscientizá-los para que não aconteça ocorrência do tipo nos meios de hospedagem. Marcados pela boa vontade e sorriso no rosto, parabenizamos hoje os hoteleiros por todo seu empenho e função tão nobre: servir ao próximo.

Tags: , ,
702 leitura(s) - [ leia mais ]
4
nov
2016

Inaugurado em Brasília Centro 18 de Maio para atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, com apoio da Childhood Brasil e UNICEF

_post_blog

A luta contra a violência sexual de crianças e adolescentes em Brasília ganhou força. Em 25 de outubro, o governador Rodrigo Rollemberg inaugurou, no Distrito Federal, o Centro 18 de Maio. A unidade de atendimento está localizada na Asa Sul. A expectativa é de atender cerca de 360 pessoas por ano, levando em conta o número de denúncias recebidas pelo Disque 100 do Distrito Federal.

Este é o primeiro centro de atendimento integrado da região Centro-Oeste do Brasil, sendo provavelmente o sexto do país. Diferente dos demais serviços, neste crianças e adolescentes falam apenas uma vez sobre o fato ocorrido para, em seguida, receber imediatamente todo o encaminhamento necessário. O centro evita a chamada violência institucional, que acontece quando a pessoa que sofreu violência é obrigada a relembrar e recontar o fato em cada um dos serviços. A escuta é qualificada e todo atendimento será integrado.

Além de ser uma das parceiras na capacitação dos profissionais que atuarão no centro, a Childhood Brasil acompanhou todo o projeto desde o seu início, tão importante para o enfrentamento da violência sexual, junto com nomes como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Sabin. O gerente de Advocacy da Childhood Brasil, Itamar Gonçalves, destaca a importância da parceria da ONG na concepção. “Nós não só acompanhamos o lançamento desse atendimento, como participamos dele desde o início. Investimos no centro com ideia de que possamos criar um modelo de atendimento integrado de crianças e adolescentes e, a partir daí, sistematizar a metodologia e replicá-la em outros municípios”, explica.

De acordo com a subsecretária de políticas para crianças e adolescentes do Governo de Brasília, Perla Ribeiro, a união com a Childhood Brasil foi extremamente importante para a realização deste projeto. “A parceria com a Childhood na criação deste centro foi fundamental, pois eles nos proporcionaram a formação de agentes definidores de proteção e encaminhamento de protocolos para o distrito, além da oportunidade de contato com outros centros de atendimento integrado”, ressalta.

Em março deste ano, as ONGs e empresas parceiras do Centro 18 de Maio promoveram um encontro com todos os atores da rede de proteção à criança e ao adolescente. Nele, definiram a plataforma para implantação e fortalecimento deste serviço às vítimas ou testemunhas de violência sexual e abordaram discussões sobre o tema, facilitando o processo de formação do local no Distrito Federal. “Para nós, é fundamental a criação do centro no sentido de que avança mais um passo nesta luta, com a ajuda de redes de proteção de crianças e adolescentes contra o abuso sexual”, finaliza Perla.

Nas primeiras semanas, o centro vai focar na formação dos profissionais e na adequação do fluxo integrado para o atendimento. A partir de 6 de novembro, começa o atendimento das vítimas encaminhadas, por meio dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e Centros de Referência em Assistência Social (Cras), pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e pelos conselhos tutelares do DF. O Hospital Regional da Asa Norte (HMIB) e o Hospital Materno-Infantil de Brasília (HRAN) serão referências em casos de atendimento de saúde.

“Este centro provoca uma grande mudança estrutural para quem necessita deste tipo de serviço. Colocando a criança na centralidade dos serviços de forma protegida.”, completa Itamar.

 

1.848 leitura(s) - [ leia mais ]
1
nov
2016

É preciso ter certeza que uma criança ou adolescente está sofrendo violência para denunciar? | Entrevista Globo Estrada Na Mão Certa

post_blog copyTodas as quintas-feiras, às 15h30, a Rádio Globo AM, em parceria com a Childhood Brasil, realiza o Programa Globo Estrada na Mão Certa. Apresentado pelo radialista Pedro Trucão, o quadro apresenta o tema da proteção à infância por meio de entrevistas e dicas de prevenção e enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes, convidando os motoristas de caminhão a atuarem como agentes de proteção dos direitos da infância e da adolescência.

Em 20 de outubro, o programa entrevistou a coordenadora do núcleo de Santo André do Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância do ABCD – CRAMI, Marjorie de Lima Macedo. Ela falou sobre a instituição e como a sociedade tem o dever de proteger crianças e adolescentes em vulnerabilidade.

Marjorie destacou a importância de que todos defendam os diretos das crianças e dos adolescentes. “Quando pensamos na proteção de um jovem, vem à nossa mente que este papel é designado à sua família. Porém, quando dizemos que qualquer pessoa pode protegê-la, estamos ampliando essa questão”, afirma. De acordo com o artigo quarto do ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente, é dever da família e da sociedade em geral assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes. Portanto, qualquer pessoa pode (e deve) proteger crianças e adolescentes em situação de violência.

Além disso, Marjorie destacou que a denúncia pode vir de qualquer pessoa. Conforme o artigo 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente, nos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos, deverão ser comunicados aos principais canais de denúncia: os conselhos tutelares, presente em todos os municípios, o 181 ou o Disque 100. O último é um canal de âmbito federal que aceita denúncias anônimas. As ligações são gratuitas, analisadas e encaminhadas aos órgãos responsáveis e funcionam 24 horas por dia.

Por final, a coordenadora explicou a questão do acolhimento realizado pelo CRAMI em casos de violência. A primeira coisa a ser feita é realizar a escuta por profissionais da área de psicologia e do serviço social, visando o acolhimento e a compreensão da dinâmica da família. A partir do primeiro diagnóstico, é trabalhada a questão do fortalecimento das relações familiares, buscando novas formas de relacionamento sem o uso da violência.

Para finalizar, Marjorie ressaltou a importância de denunciar. “Muitos se apegam a essa questão da certeza, mas muitas vezes a certeza é o óbito da criança e do adolescente em situação de violência”, explica. A denúncia vai fazer com que a família seja observada e encaminhada para redes de atendimento, com o objetivo de interromper o ciclo da violência.

Ouça o programa completo no site do Programa Na Mão Certa ou clicando aqui.

748 leitura(s) - [ leia mais ]
27
out
2016

Conheça o Canal 123 Alô: a voz da criança e do adolescente

post_blogSexualidade, educação, violência, relacionamentos e questões relacionadas ao cotidiano: o 123 Alô! é um canal que aborda todos esses temas com as crianças e adolescentes por e-mail ou telefone. A ideia baseia-se em dois princípios gerais da Convenção dos Direitos da Criança, que são o da criança e do jovem serem ouvidos e o de terem a sua expressão levada em consideração. Assim, a proposta do projeto é criar um canal para que meninas e meninos se sintam à vontade para conversar, tirar dúvidas e até mesmo desabafar. Toda a conversa é anônima, mas, caso alguém esteja correndo risco de violência e informe seus dados, o encaminhamento e acompanhamento será providenciado.

A iniciativa é do Instituto Noos, a convite da Child Helpline International, organização que é reconhecida pela inclusão de crianças e adolescentes na sociedade. A ideia já está sendo executada no mundo inteiro há algumas décadas e possui 192 linhas em 145 países. No Brasil, o projeto chegou em 2009 e já recebeu mais de 50.000 ligações telefônicas. O público maior é de meninas adolescentes e os temas mais abordados são informações (desde sexualidade à lazer), relacionamentos e questões do cotidiano.

O serviço conta com uma equipe qualificada de especialistas selecionados por meio de um processo seletivo e submetidos a um curso de capacitação. Todos são profissionais das ciências humanas com experiência na área da criança e do adolescente. Além de realizar o atendimento, eles também são responsáveis pelas rodas de conversa realizadas em escolas, unidades de saúde, assistência social, projetos sociais, com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre os direitos da criança e do adolescente.

Além disso, o 123 Alô! também está à frente do Comitê de Participação infantojuvenil, cuja proposta é criar um espaço para que as crianças e adolescentes opinem sobre o serviço participando e ajudando a construí-lo. Ele é composto por uma média de 15 jovens que participam de projetos sociais parceiros como a Fundação Xuxa Meneghel, o RAP da Saúde, a ONG Sara de Sepetiba, a Casa do Jovem de Mesquita, e também por aqueles que chegaram até o serviço através das atividades de roda de conversas. Além de debater questões relativas ao serviço, o Comitê também coloca em pauta os temas que aparecem com maior frequência nos atendimentos.

O 123 Alô! funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 20h e também é um instrumento para mobilizar e potencializar as redes de defesa e promoção dos direitos da criança e do adolescente, como o levantamento de informações para a implementação de políticas públicas voltadas para a proteção à infância.

Tags: , ,
908 leitura(s) - [ leia mais ]
25
out
2016

Instituto CCR e CCR MSVia promovem ação para conscientização sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas

post_blogO Instituto CCR, por meio da CCR MSVia, promoveu uma campanha para alertar e conscientizar as pessoas sobre a exploração sexual das crianças e adolescentes, na semana das crianças, entre os dias 10 e 14 de outubro, na rodovia BR-163/MS. Para garantir maior alcance das campanhas, é fundamental a comunicação e a mobilização em todos os setores relacionados a este problema. As áreas urbanas com estradas de grande passagem de caminhoneiros são locais propensos a essa prática, sendo de extrema importância alertar os usuários da rodovia e encorajá-los a denunciar os casos.

Foram distribuídos cerca de 5.000 folhetos para os motoristas, com informações sobre o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, nas praças de pedágio. Além do alerta e da compreensão do assunto, no impresso há também informações de como denunciar esses casos por meio Disque 100, o Disque Direitos Humanos, considerado o principal mecanismo de proteção dos Direitos Humanos no Brasil. Uma das formas mais importantes de enfrentar é denunciando. Ele é um serviço de utilidade pública que visa atender especialmente as populações consideradas de alta vulnerabilidade, como as crianças.

De acordo com o levantamento de 2013/2014 da Policia Rodoviária Federal, existem 171 pontos vulneráveis de exploração sexual de crianças e adolescentes, em toda BR-163/MS, concentrando 128 pontos vulneráveis no trecho da região centro-oeste que engloba os municípios atendidos pela CCR. Devido ao grande fluxo de veículos nas rodovias do país, é possível impactar muito mais pessoas, principalmente os caminhoneiros, alvo principal da campanha. Seguindo isso, também foram exibidas mensagens da campanha em 18 painéis eletrônicos da rodovia e fixados 70 cartazes nas bases operacionais, além do banner no site da concessionária e na intranet.

Com essa iniciativa do Instituto CCR em parceria com a Childhood Brasil, através do Programa Na Mão Certa, foi possível sensibilizar os motoristas na proteção dos direitos da criança e do adolescente e mostrar como podem ser agentes significativos de atuação para reforçar esta mensagem. É absolutamente importante a defesa da proteção da infância, seja em casa ou nas ruas.

Tags: , ,
948 leitura(s) - [ leia mais ]
19
out
2016

Programa Na Mão Certa impacta diretamente 1,8 mil pessoas da Itaipu

Acreditar na energia humana da empresa é uma das motivações para a Itaipu ter firmado essa parceria

blog_1 A Itaipu acredita na energia humana da empresa, por isso, vem ampliando e qualificando suas ações de responsabilidade social e, a partir de 2003, incluiu a temática da proteção à criança e ao adolescente com mais ênfase. Três anos depois, juntou-se a outras instituições pioneiras na iniciativa e firmou parceria com a Childhood Brasil no Programa Na Mão Certa, reconhecendo a vulnerabilidade infanto-juvenil nas rodovias brasileiras para sensibilizar parceiros e prestadores de serviços na região trinacional, em especial o Paraguai, país parceiro do Brasil no empreendimento hidrelétrico binacional Usina de Itaipu.

“Há 10 anos, o programa complementa e orienta as ações de proteção à criança e ao adolescente que a empresa desenvolve a partir de um programa específico em seu planejamento estratégico, incluindo o olhar sobre a região de abrangência das ações socioambientais de Itaipu, em suas rodovias que ligam cerca de 29 municípios do Oeste Paranaense, na área geográfica da Bacia Paraná 3 – BP3 e nossa região trinacional (fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina)”, explica Maria Emília Medeiros de Souza, do Programa Proteção à Criança e ao Adolescente da Itaipu Binacional.

Só neste ano, foram feitas ações de sensibilização de empregados, estagiários, adolescentes do Programa de Iniciação e Incentivo ao Trabalho – PIIT, no Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças (18 de maio), com distribuição de gérberas amarelas, material informativo e divulgação nos canais internos da empresa. Em ações externas, a Itaipu distribuiu pulseiras no Carnaval de Rua, na Rede Proteger, para sensibilizar os foliões quanto à proteção da criança e do adolescente e ao combate à exploração sexual. E, ainda, a empresa apoiou atividades municipais de 18 de maio, de produção e distribuição de materiais educativos para caminhoneiros e motoristas na Festa de São Cristóvão (protetor dos caminhoneiros), da Cáritas Diocesana de Foz do Iguaçu, e doou folhetos de sensibilização da campanha trinacional de combate à violência infanto-juvenil, que atendeu cerca de mil motoristas.

No total, cerca de 1.800 pessoas foram diretamente atingidas, entre eles 1.386 empregados, 234 estagiários e 184 adolescentes do PIIT. Todas as ações desenvolvidas no âmbito da empresa são direcionadas a todos, alcançando, indiretamente, prestadores de serviços e instituições parceiras que atuam nos escritórios da Itaipu, Usina e no Parque Tecnológico Itaipu. “Acreditamos que todas essas pessoas são impactadas direta ou indiretamente durante as ações do programa”, ressalta.

E os resultados já são notáveis! “Paulatinamente, as pessoas impactadas no programa têm se mostrado mais sensíveis e atentas à importância de projetos de proteção à criança e ao adolescente, em nossa comunidade e, também, nas vias urbanas e nas estradas”, conta Maria Emília. Da mesma forma, o corpo gerencial da empresa e os gestores de contratos estão atentos à atualização de alguns documentos específicos para explicitação do combate à exploração sexual de crianças e de adolescentes.

“Promover campanhas trinacionais de combate à violência infanto-juvenil, que divulgam canais de denúncia do Brasil, Paraguai e Argentina foi uma forma que encontramos para combater o abuso e a exploração de crianças e adolescentes na Tríplice Fronteira”, destaca Maria Emília e completa: “Acreditamos que, com a ajuda dos motoristas, a violência nas estradas brasileiras será reduzida”.

O Programa Na Mão Certa tem como principal objetivo promover uma ampla união de esforços para acabar com a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras. O envolvimento do setor empresarial é fundamental para os bons resultados das ações de sensibilização e divulgação das campanhas de proteção de nossos meninos e meninas. Clique aqui e saiba mais sobre o programa.

Tags: , , ,
768 leitura(s) - [ leia mais ]
As ideias e opiniões expressas neste blog não refletem necessariamente a opinião da Childhood Brasil. Reservamos o direito de não publicar comentários de conteúdo discriminatório, que incitem qualquer tipo de violência, que não estejam relacionados ao tema foco do blog - proteção da infância contra o abuso e a exploração sexual, ou de caráter duvidoso.